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11ºE do curso profissional de Informática de Gestão em visita de estudo ao Porto
No passado dia 13 de Março, fomos com a nossa professora de português, Emília Roda, fazer uma visita de estudo à cidade invicta. Fizemos um percurso pedestre durante a manhã pela baixa portuense no decorrer do qual a nossa professora nos mostrou alguns aspetos arquitetónicos representativos do barroco, como a Torre dos Clérigos ou a fachada de cantaria da Igreja do Carmo.
Descemos a rua das Carmelitas e fomos conhecer a mais linda livraria de Portugal e, segundo alguns, a terceira mais bonita do mundo. A livraria Lello foi a surpresa da manhã, ficamos admirados com o rendilhado e estanterias em madeira, a imponente escadaria e outros pormenores dignos de serem admirados. Depois de algumas fotos e uma pequena paragem para repor forças e emoções continuamos a descida até Avenida dos Aliados, seguindo depois para a Estação de S. Bento onde paramos para conhecer e apreciar o átrio revestido com mais de 20 mil azulejos que representam momentos da história dos caminhos de ferro e dos transportes e alguns acontecimentos da história de Portugal.
Subimos a Avenida D. Afonso Henriques até à Catedral do Porto, imponente edifício com marcas de diferentes épocas. No terreiro da Sé tiramos mais umas fotos junto ao pelourinho e admiramos a cidade e o rio Douro ali à distância dum palmo.
Descemos para a praça da Ribeira por quelhas e escadinhas tortuosas, onde se misturava o cheiro da primavera com os odores das comidas para o almoço. O dia estava radiante e, como íamos a descer, o trajeto foi fácil e divertido. Vimos o vai e vem de alguns barcos rebelos a navegar sob a ponte D. Luís nas águas calmas do Douro.
Após um almoço que nos recompôs a barriguita, partimos para a segunda e última etapa da nossa visita.
No auditório do centro social Padre Ramos, em Lavra, assistimos à representação da peça “Frei Luís de Sousa”. A sala era ótima e, como fomos os primeiros, ficamos logo na primeira fila.
O espetáculo foi muito interessante e permitiu-nos compreender melhor muitos dos aspetos da obra em estudo.
O grupo portou-se de forma responsável e sempre atento às explicações da professora que em todo momento esteve disponível para nos orientar.
A turma do 11ºE do curso profissional de Informática de Gestão.
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Visita de estudo
Iniciativa DN escolas chega à EB2,3/S de Caminha
Foi no passado dia 12 de março que,
no âmbito do concurso “DN escolas – Questiona o teu mundo” do jornal Diário de
Notícias, se realizou na Escola Básica e Secundária Sidónio Pais, uma dinâmica
entrevista centrada na recente associação “Pata Vermelha”, levada a cabo pelas
alunas do 10ºano de Línguas e Humanidades, Ana Catarina Cerquido, Andrea Cunha,
Joana Silva e Ana Rita Mina.
De acordo com o projeto “E os
direitos dos animais onde ficam?” criado por estas alunas, seguido de perto
pela docente responsável Rosaria Carrilho e cujo sucesso está à vista com o
apuramento deste para a 2ªfase do concurso em questão, a entrevista abordou duas
figuras de relevo na associação “Pata Vermelha”, a Dra. Helena Pessoa –
coordenadora do projeto - e a Dra. Mariana Cúria – colaboradora na área da
farmacêutica.
Ativa desde março de 2008, esta
associação tem como principal objetivo atuar diretamente com outras associações
e com particulares cujas capacidades financeiras sejam insuficientes, na área
da saúde, fornecendo os medicamentos necessários a animais em risco ou cuja
saúde se revelar débil. Importante é referir que a promoção da adoção de
animais não é um objetivo nesta associação, uma vez que existem grupos
específicos a trabalhar nessa área.
A trabalhar com 90 a 100 diferentes
associações, a necessidade apontada pela Dra. Helena Pessoa centra-se em
efetuar a ponte entre esta associação e os técnicos de veterinária. Os
donativos, os medicamentos doados e a divulgação por parte das redes sociais,
têm sido fatores fulcrais no sucesso deste projeto.
As principais dificuldades referidas
pelas entrevistadas centram-se em questões financeiras. Com a crise que o país
atravessa, a associação não consegue fazer face aos gastos pois os donativos
geralmente são reduzidos.
O governo e as autarquias também
foram fortemente criticados, sendo sugeridas por parte da Dra. Helena Pessoa,
medidas como punição criminal para quem maltrata animais e a obrigatoriedade da
esterilização dos animais, no entanto a preços acessíveis a todos.
A Dra. Carine Torres, responsável
pelo abrigo dos animais em Caminha, deu também o seu testemunho apelando à
necessidade da existência de um maior número de voluntários no abrigo e
apontando a falta de espaço para os animais como um dos maiores problemas deste
local.
Esta atividade foi encerrada com
chave de ouro com um apelo da presidente da Câmara Municipal de Caminha, Dra.
Júlia Paula Costa, para a importância da existência de um abrigo de animais no
concelho, ao invés da existência de um canil de abate. A autarca demonstrou o
seu desalento relativamente ao facto de nem todos os habitantes saberem da
existência deste local e apontou o voluntariado, as associações e os seus
voluntários como “pessoas com rosto que dão o seu tempo por uma nobre causa”,
causa essa que se revela como uma questão de “saúde pública e não de gasto
público”.
Finalizada com sucesso a iniciativa,
restou apenas elogiar estas alunas, tanto pelo seu empenho e trabalho como pela
nobreza da causa que defendem.
Inês Silva Araújo
(ex-aluna da nossa escola, atualmente na Faculdade de Letras de Coimbra, no curso de jornalismo)
Alexandra Vieira
(EB2,3/S de Caminha - 10ºano)
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DN
Coast Watch Report
As everybody knows, a class outside the classroom is always a reason for happiness for students. Although we sometimes hide how delighted we feel when we visit a place with our school mates, we really feel as if it is going to be the best class of the whole year. Apparently this is the only visit we will make this year, however, it was worthwhile.
Last Friday morning, 9th March, we went to Vila Praia de Ancora and walked along the coast line towards Moledo. The idea was to analyse the geological panorama of the coast as well as to identify the impact of pollution and men’s activity in that area. We wrote everything that was relevant on a guideline quiz, which we gave to our biology and geology teacher. The quiz included some questions about the pollution near the sea and the geologically affected areas. We saw a cliff that was in serious danger of crumbling and we noticed there were traces of human activity in the most incredible places. We found things like bottles, strings, plastic packages, bags, sponges and even pieces of clothes.
While we were walking among the rocks near the water, we couldn’t avoid looking at the sea! It was such a fabulous view. However, that didn’t distract us from our purpose. We put all our efforts on the geology activity and we hope the result of our research will be good enough.
In this international activity, called Coast Watch, it is our biggest responsibility to make everything right. The Coast Watch is a project that includes 23 countries, and among them are United Kingdom, Ireland, Germany, France, Spain, and Portugal of course. In our opinion, Portugal is a country with the ideal conditions for this kind of project because our coastline is more than 1230 km long. On the one hand this is very good for tourism, and some regions of our country are completely dependent on this economic activity. But on the other hand there is a lot of places in danger, as result of the intensive human construction in the past decades.
These projects
like Coast Watch are essential to alert people to the necessity of preserving
the coastline as much as we can. That day we played our role and helped protect
the environment with the means we can afford.
Ana Luís Vasconcelos, Barbara Rodrigues, João Pinheiro,
João Gonçalves, Ricardo Pereira (11º A)
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Trabalhos dos alunos
CARNAVAL
No dia 17 de fevereiro, realizou-se o desfile de Carnaval de todo o agrupamento e a nossa turma, 7ºE de Expressão Plástica do 3º ciclo, participou com o tema do Mar. Toda a preparação dos disfarces foi realizada na hora do almoço e nos intervalos com a professora Catarina de Educação Visual. Para interpretar este tema as raparigas foram de ninfas da espuma do mar e os rapazes de mergulhadores e nadadores salvadores.
Na elaboração dos vestidos das ninfas utilizámos vários materiais de valor expressivo, reutilizámos plástico transparente com o qual habitualmente se embrulham os eletrodomésticos e algum papel azul para fazermos estrelas-do-mar, conchas e búzios. Esta ideia teve em conta a articulação com o Projeto Eco-Escolas.
Temos muito que agradecer às professoras Cristina Pereira, Rosa Duarte e à nossa “estilista” Catarina Santos, pois sem elas não teríamos vivido o Carnaval de sonho onde cantámos, dançámos e nos divertimos imenso, fechando o corso carnavalesco com muita alegria.
Aproveitamos agora para mostrar fotografias da nossa turma, dos colegas do 2º ciclo e das outras escolas do nosso agrupamento, esperando que nunca deixe de se festejar o Carnaval na nossa escola.
7ºE
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Carnaval
Visita de Estudo Fabulosa – viagem pelo estuário do rio Minho na lancha NRP “Rio Minho”
Nos dias 28 e 29 de fevereiro, os alunos do 6 º ano da EB23/S de Caminha, divididos em três grupos, deslocaram-se a Vila Nova de Cerveira, para embarcarem num Navio da República Portuguesa – o NRP “Rio Minho”.
Logo que se aproximaram da embarcação, foram surpreendidos pelo toque da sirene de bordo e, de seguida, os membros da tripulação conduziram-nos a uma zona do convés onde a comandante, tenente Liliana Santos, começou por lhes dar as boas-vindas e algumas instruções sobre segurança a bordo, por exemplo, acerca do modo como descer as escadas existentes no interior da embarcação.
O barco é bastante grande e foi construído em 1991. Está no rio Minho para vigiar, mas também para ajudar e salvar pessoas em perigo. Os alunos tiveram a oportunidade de visitar a coberta, onde se localizam os camarotes da tripulação, a cozinha e a despensa, guiados por um praça que foi respondendo às perguntas dos visitantes.
De regresso ao convés, apreciaram um filme acerca das funções da marinha e da escola naval que cativou o interesse dos jovens presentes.
Na ponte de comando, a tenente Liliana, muito simpática e esclarecedora, explicou a função de quase todos os instrumentos e botões: o GPS, o radar, o anemómetro, a agulha magnética e outros.
Devido ao nevoeiro, um dos grupos de alunos do 6 º ano não pode experimentar a pilotagem da lancha, utilizando a roda do leme, mas todos obtiveram muitas informações da tripulação acerca da vida a bordo.
Por último, dedicaram-se à observação de alguns corvos marinhos e da bela paisagem que se estende ao longo do rio Minho e, quando o navio atracou, de volta ao cais, já todos desejavam ali voltar, porque foi uma visita espetacular!
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Visita de estudo
ENTREVISTA SOBRE A PESCA DO MEIXÃO
Para conhecermos melhor a pesca na nossa região, fizemos uma entrevista a um pescador sobre a pesca do meixão no rio Minho.
Identificação do entrevistado
Nome:João Manuel Moreira Covelo
Idade:60 anos
Profissão:Pescador
Localidade:Lanhelas-Caminha
-Qual a razão da ida à pesca do meixão?
-A razão de ir à pesca do meixão é o dinheiro.
-Quem vai consigo?
-Vou com o meu filho, ou sozinho, porque possuo a carta de arrais.
-Qual é a época da pesca do meixão?
-A época é de novembro a fevereiro e, em cada mês, durante a lua nova (cerca de 7 dias).
-Em que zona é que o senhor pesca?
-Pesco no rio Minho, em frente a Lanhelas.
-Que tipo de rede usa para pescar o meixão?
-Uso uma rede chamada ‘’tela’’, tem 10 m de boia, de cada lado, 2 cordas de chumbo com 12m, 2 âncoras gigantes, uma de cada lado, e uma corda com boia e piloto para sinalizar as âncoras.
-Conte-nos a melhor experiência que teve.
-A melhor experiência foi quando, junto com os meixões, apanhei uma lampreia no meio deles.
-Qual a maior quantidade de meixão que apanhou?
-A maior quantidade foi 4,9kg, num só dia.
-Que tipo de embarcação usa?
-Uso um barco de alumínio.
-Qual o preço do quilo do meixão?
-O quilo do meixão custa 440 euros.
-Como se cozinha o meixão?
-Não sei responder a essa pergunta.
-Gostou da entrevista?
-Sim, e quando quiserem saber mais, perguntem-me.
Entrevistadores: David Terra e Luís Saraiva
Ano: 6º
Turma: A
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Trabalhos dos alunos
ENTREVISTAS A DOIS PESCADORES DE SOLHAS
Identificação do primeiro entrevistado:
Nome – José Lourenço Rossas Lages
Idade – 75 anos
Localidade – Lanhelas
1 – Quando é a época da pesca das solhas?
R: A época da pesca das solhas é nos meses de agosto e setembro.
2 – Quais são as leis e as regras de pesca das solhas?
R: A leis são definidas pela capitania.
3 – Qual é o rio onde se pesca maior número de solhas?
R: É nos rios Minho e Lima.
4 – Quais são os equipamentos de pesca necessários para uma pesca segura?
R: Coletes de salvação, boias de salvação, luz de aviso para pôr nas redes de pesca, de noite
5 – Qual o tipo de barco?
R: O barco de pesca típico é carocho, mas coberto em aço.
Identificação do segundo entrevistado:
Nome – Armando Cancela de Figueiredo
Idade – 45 anos
Localidade – Lanhelas
1 – Há quantos anos é pescador?
R: Já sou pescador de solhas há 30 anos.
2 – Qual o período da pesca das solhas?
R: A pesca das solhas costuma ser de 1 de agosto a 15 dezembro.
3 – Quais os materiais que utiliza para a captura?
R: Um barco, documentos necessários perante a lei, redes com a malha e o comprimento certo.
4 – A solha tem limite de tamanho?
R: Sim, não pode ser mais pequena do que 5cm nem maior de 10cm.
5 – Como se chama o barco em que pesca?
R: O barco chama-se SUMIDO.
6 – Porque é que tem esse nome? Refere-se a algum aspeto importante da sua vida?
R: Sim, chama-se SUMIDO, porque eu trabalhei numa pirotecnia em Lanhelas, onde se fazia um foguete que era muito rápido na subida, mas que fazia todo o percurso invisível, só se ouvia o barulho. Como era o foguete de que eu mais gostava, achei que era o nome ideal para o barco.
7 - O seu barco também tem algum símbolo? Porquê?
R: Sim, tem dois olhos na proa, porque há muitos barcos com a mesma cor e é para ser diferente.
8 – Qual foi a máxima quantidade de solhas que apanhou até agora?
R: A máxima quantidade de solhas que apanhei foi por volta dos 100 kg.
9 - Como apanha a solhas, se elas estão escondidas na areia?
R: As solhas estão escondidas, mas ao sair do esconderijom mexer-se constantemente e são apanhadas pelas redes.
10 – Pode pescar as solhas com cana de pesca?
R: Sim, porque a solha também se alimenta, e nós enganamo-las com o isco.
11 – Em que parte do rio Minho costuma haver mais solhas?
R: A parte do Rio Minho em que costuma haver mais solhas é Lanhelas.
12 – O senhor pesca por gosto?
R: Sim, gosto muito de pescar.
13 – Quem o ensinou a pescar solhas?
R: Foi o meu pai.
14 - Onde costuma pescar mais?
R: Pesco mais em Lanhelas.
16-De que se alimentam as solhas?
R: De pequenos peixes, de isco, etc.
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